Considerado um dos materiais mais resistentes e impermeáveis do mundo, o grafeno é um material inteiramente bidimensional, composto por átomos de carbono. Este inovador material pode ser aplicado em indústrias de células solares, em dispositivos de cristais líquidos, em sensores moleculares e na fabricação de protótipos de transistores de dimensões nanoescópicas.
O primeiro estudo do grafeno surgiu em 2004, quando um cientista inglês descobriu, em meio à outras experiências, que alguns dos restos de grafite formam uma única camada atômica. Tal camada é a chamada folha de grafeno, cuja espessura era visível ao microscópio óptico. Desde então, tornou-se constante o fascínio por parte dos cientistas à esse inovador material.
O grafeno possui alta vulnerabilidade a temperatura ambiente, o que se difere dos demais materiais, que perdem mobilidade à medida em que se eleva a temperatura. Com sua impressionante impermeabilidade, o grafeno é capaz de segurar até mesmo o gás Hélio, um átomo consideravelmente pequeno, leve e muito forte (mais forte até do que o diamante).
A descoberta e posterior desenvolvimento de experiências que envolvem o grafeno estão possibilitando um estudo cada vez mais aprofundado de questões relacionadas ao conhecimento de ciência fundamental, tratando-se de um material promissor, inclusive com aplicações futuras em nanotecnologia.
O primeiro estudo do grafeno surgiu em 2004, quando um cientista inglês descobriu, em meio à outras experiências, que alguns dos restos de grafite formam uma única camada atômica. Tal camada é a chamada folha de grafeno, cuja espessura era visível ao microscópio óptico. Desde então, tornou-se constante o fascínio por parte dos cientistas à esse inovador material.
O grafeno possui alta vulnerabilidade a temperatura ambiente, o que se difere dos demais materiais, que perdem mobilidade à medida em que se eleva a temperatura. Com sua impressionante impermeabilidade, o grafeno é capaz de segurar até mesmo o gás Hélio, um átomo consideravelmente pequeno, leve e muito forte (mais forte até do que o diamante).
A descoberta e posterior desenvolvimento de experiências que envolvem o grafeno estão possibilitando um estudo cada vez mais aprofundado de questões relacionadas ao conhecimento de ciência fundamental, tratando-se de um material promissor, inclusive com aplicações futuras em nanotecnologia.
What is Graphene?
Um dos mais recentes trabalhos sobre esse material foi escrito por um brasileiro, Dr. Daniel Elias, no qual o autor afirma que o grafeno é o futuro da tecnologia. Elias trabalhara ao lado da dupla que ganhou o prêmio nobel pela primeira obtenção dessa substância, em Manchester. Em uma entrevista o brasileiro afirmou que o grafeno é o material mais impermeável do mundo, além de ter o átomo mais resistente que o de um diamante.
A obtenção original do grafeno é muito curiosa. Chamada de “técnica do adeviso” o processo consiste em “esfoliar” um pedaço de grafite com um pedaço de fita adesiva, até que reste apenas uma camada de carbono de apenas um átomo de espessura.
O fim da oferta de silício no mundo é prevista, e por isso o grafeno já é uma das promessas de sua substituição no futuro.
A obtenção original do grafeno é muito curiosa. Chamada de “técnica do adeviso” o processo consiste em “esfoliar” um pedaço de grafite com um pedaço de fita adesiva, até que reste apenas uma camada de carbono de apenas um átomo de espessura.
O fim da oferta de silício no mundo é prevista, e por isso o grafeno já é uma das promessas de sua substituição no futuro.
Future applications of graphene
fontes: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/entenda-o-grafeno-o-substituto-do-silicio-02082011-33.shl?2
http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/do-laboratorio-para-a-fabrica/promessas-tecnologicas-do-grafeno
-André Weffort e Arthur Boccia
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