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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Redes Sociais e Revoltas

É facil identificar os beneficios do uso das redes sociais, como velocidade de troca de informações, praticidade e facilidade de uso. O uso de tais ferramentas porém não se limita apenas a simples troca de mensagens e noticias entre pessoas.


As manifestações que ocorreram na Inglaterra nos ultimos dias ilustram perfeitamente essa situação. As organizações para protestos, as chamadas e outras mobilizações ocorreram principalmente por meio do Facebook e Twitter. Caso parecido ocorreu nas revoluções no Oriente Médio no inicio do ano. As “reuniões” populares organizadas pela rede geraram ondas de revolta que acabaram até por derrubar governos.


Os governantes, atentos a tal movimento apresentam um comportamento similar em relação às redes sociais. Em janeiro, em países como Tunisia e Egito, as redes socias e grande parte do conteudo na internet foram bloqueados. A Síria, prevendo futuras manifestações também cogitou o bloqueio de alguns sites, para evitar tal risco. No caso da Inglaterra, o governo estuda atualmente o bloqueio de redes sociais presentes na web e de redes mais reservadas como a BBM (Blackberry Messenger).


Cabe a estes representantes encontrar outra forma de resoluçao para tal problema, porque mesmo sem o acesso às redes, os individuos conseguem ainda organizar as manifestações. Além disso, limitar o acesso a Internet é uma forma explicita de censura, e vai diretamente contra o conceito de liberdade.

Alguns links sobre os fatos expostos:

Censura Síria :

http://jacqueline.geek.com.br/posts/14785-surgem-rumores-de-que-a-siria-estaria-bloqueando-a-internet-do-pais-com-medo-de-um-efeito-domino

Censura Inglaterra :

http://info.abril.com.br/noticias/internet/inglaterra-estuda-bloquear-redes-sociais-11082011-26.shl

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